sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Agronegócio mostra sua força, diz Mendes sobre PIB


O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, disse nesta sexta-feira, em nota, que o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária deve continuar crescendo em 2013.  Os resultados do PIB da Agropecuária neste terceiro trimestre são os melhores em uma série histórica desde 1995.
"Novamente o agronegócio mostra sua força na economia nacional. E os percentuais de crescimento devem ser ainda maiores no próximo ano, a partir das previsões de safra de grãos recorde e aumento das exportações do setor", afirmou o ministro.

A previsão para 2013 é que a safra de grãos possa atingir até 181,5 milhões de toneladas, de acordo com levantamento apresentado em novembro deste ano pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Além de parte da produção destinada às vendas ao comércio exterior, outro segmento que pode crescer é o de carnes, com possibilidade de elevar os embarques para destinos importantes como Japão e Rússia.


Imagem: Carlos Silva/ MAPA

Produto Interno Bruto cresceu apenas 0,6% no 3º tri


A economia brasileira cresceu apenas 0,6 por cento no terceiro trimestre deste ano quando comparada com o segundo trimestre, muito abaixo do esperado pelo mercado, com a pior retração dos investimentos em mais de três anos.


Já o o Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário foi 3,6% maior no terceiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2011. Confrontado com o segundo trimestre de 2012, o crescimento foi de 2,5%. O PIB total, que representa tudo o que foi produzido no país, cresceu apenas 0,9% - o crescimento da agropecuária foi quatro vezes maior. Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30/11). 

Dentre os produtos agrícolas, as principais altas em quantidade produzida foram do milho, de 27,1%, e do café, de 14,5%. "A produtividades dessas duas culturas foi boa este ano, elevando a produção", declara o economista Leonardo Rosa, da consultoria MB Agro. Ele pondera  -de-açúcar e laranja tiveram fraco desempenho. "Cana e laranja têm peso relevante no terceiro trimestre, mas a contribuição foi negativa", diz. 

No entanto, Leonardo ressalta que a agropecuária tem peso pequeno no PIB total, em comparação com Serviços e Indústria, por isso o setor não teve condições de melhorar o resultado geral. "O PIB da agropecuária considera apenas a produção in natura, para dentro da porteira", afirma. O economista da MB Agro acrescenta que o IBGE não menciona, mas a pecuária também deve ter contribuído para o crescimento do PIB da agropecuária, principalmente os segmentos de carne bovina e suína. "O setor de frango ficou estagnado no período”. 
 
Para Leonardo, o PIB agropecuário deve manter ritmo de crescimento no quatro trimestre – desde que a pecuária, que tem peso importante, apresente bons resultados. "Esperamos crescimento não muito forte, entre 0,5% e 1%". O IBGE informa que, no acumulado do ano até setembro, o PIB da agropecuária caiu 1% ante o mesmo período do ano passado. Leonardo Rosa salienta que o número negativo é resultado de perdas importantes na produção de grãos, por causa da estiagem. Houve frustração na safra de soja, em particular. Mesmo assim, o economista estima que o setor tem condições de "pelo menos zerar a queda de 2012". 
 
Para o presidente do Central, Alexandre Tombini, o resultado do PIB indica continuidade da recuperação da atividade econômica neste segundo semestre e intensificação da expansão em 2013.  A indústria e aagropecuária, em certa medida, mostraram reação aos estímulos introduzidos na economia, e a estabilidade do setor de serviços refletiu eventos que tendem a não se repetir, comentou, sem detalhar quais seriam esses eventos.

Imagem Valter Campanato /ABr




Romildo da Costa assume Associação Goiana do Nelore


A Associação Goiana do Nelore (AGN) tem nova diretoria desde à noite do dia 26 deste mês, Romildo Antônio da Costa (Nelore Machadinho), substituiu Alcyr Mendonça Júnior na presidência e cumprirá o próximo biênio. A solenidade de posse ocorreu no Castros Park Hotel, Goiânia, oportunidade em que foram entregues troféus aos melhores do ano em Goiás.
Ao transmitir o cargo, Alcyr Mendonça Júnior ressaltou as ações postas em prática em sua gestão.  Disse também que no Estado encontram-se hoje os maiores selecionadores do Brasil. Romildo Antônio da Costa assegurou que a nova diretoria da AGN desenvolverá esforços pelo melhoramento genético da raça em Goiás.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Nelore, Pedro Gustavo Novis, prometeu “estreitar as relações” com as afiliadas e Goiás não ficará de fora. O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Antônio Flávio Camilo de Lima, ressaltou a “contribuição da pecuária goiana para o Brasil”. Discorreu, ainda, sobre o trabalho do governo estadual pelo crescimento da agropecuária. Nominou a agricultura familiar como de fundo social. Chamou a atenção também para a sanidade animal e vegetal posta em prática pela Agrodefesa.

O presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Ricardo Yano, em sua fala demonstrou confiança no trabalho proposto pela nova diretoria da AGN. “Conheço o preparo do Romildo e posso garantir que ele e demais membros da sua diretoria estão motivados para os novos desafios”. Yano enalteceu as ações do secretário da Agricultura, Antônio Flávio Camilo de Lima, nas discussões acerca da criação e aumento das taxas de serviços na área da sanidade animal. 

Romildo Antônio da Costa /Imagem: Nelore Goiás

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Médio produtor contrata R$ 1 bi a mais na safra 2012/13


Financiamentos pelo Pronamp somam R$ 3,7 bilhões entre julho e agosto deste ano

Com juros de 5% ao ano, os financiamentos pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) somaram R$ 3,7 bilhões entre julho e outubro deste ano. O resultado é 34% superior aos R$ 2,7 bilhões contratados nos mesmos meses de 2011, de acordo com informações da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O resultado do período refere-se à soma das operações pelo Pronamp de custeio e comercialização e de investimento. Os financiamentos de custeio e comercialização tiveram aumento de 45,5% no período comparado ao ano passado, alcançando R$ 3 bilhões, enquanto as aplicações para investimento totalizaram 705 milhões (alta de 17,6%).
Somando todas as operações voltadas ao médio produtor rural, o crédito disponível na safra atual totaliza R$ 11,15 bilhões. O valor representa um incremento de 43% sobre os R$ 7,8 bilhões disponibilizados no ano-safra 2011/12.

O estímulo ao agronegócio é estratégico para o Governo pela importância que o setor tem sobre o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, nas exportações, na geração de emprego e renda e no desenvolvimento regional. As facilidades anunciadas no Plano Agrícola e Pecuário 2012/13 – que ampliou os recursos e reduziu os juros – devem garantir competitividade ainda maior na safra atual.


Rússia suspende embargo às exportações de carnes de MT, PR e RS


Está suspenso o embargo russo às exportações de carne bovina, suína e de aves de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. A decisão foi comunicada ao Embaixador do Brasil em Moscou e ao Secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques Pereira, durante encontro com o Chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) na última sexta-feira, 23 de novembro, em Moscou, depois que a equipe russa concluiu a análise dos documentos apresentados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o serviço sanitário brasileiro.
A retomada das exportações dos três estados ainda depende da emissão de um comunicado oficial da Rússia e da habilitação específica por estabelecimento exportador. O secretário Ênio Marques, explica que os dois países também acertaram que todos os lotes de carne a serem enviados ao país europeu deverão ser acompanhados de declaração adicional confirmando a ausência de hormônio de crescimento.

De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, a perspectiva é de que os estabelecimentos localizados nesses três estados retomem as exportações após aprovação, pela autoridade russa, dos planos de ação demonstrando o cumprimento das normas da união aduaneira. “Apesar de termos conquistado mais espaço com a venda do produto a outros países, é inegável a importância do mercado russo. A perspectiva para o próximo ano é que o setor de carnes brasileiro bata recordes históricos de exportação com facilidade”, afirmou.

Para detalhar aspectos adicionais sobre sanidade animal, os dois países acordaram em se reunir novamente em janeiro de 2013 para continuar o debate e trabalhar a equivalência de sistemas veterinários e fitossanitários.

Negociações

As restrições temporárias de exportação de produtos brasileiros à Rússia foram impostas em junho de 2011. Desde então, já foram realizadas mais de 160 supervisões em estabelecimentos brasileiros exportadores do Brasil de produtos de origem animal e enviados relatórios de auditoria e planos de ação, além de mais de 10 encontros com autoridades russas para tentar resolver o impasse.

De agosto de 2011 a agosto de 2012, 26 frigoríficos localizados em outras Unidades da Federação voltaram a exportar carnes bovina, suína e de frango ao país europeu após o Ministério da Agricultura prestar informações quanto a inconformidades encontradas.

Apesar das restrições, as exportações brasileiras de carnes mantiveram-se estáveis entre janeiro e outubro deste ano, somando US$ 12,981 bilhões, enquanto nos mesmos meses de 2011 foram R$ 12,965 bilhões. A Rússia também permanece sendo o principal destino dos produtos brasileiros. As vendas para esse país foram estáveis nos dez primeiros meses do ano, somando US$ 1,43 bilhão. Em 2011, no mesmo período, o resultado foi de US$ 1,48 bilhão.

"A Rússia é um parceiro estratégico para o Brasil, um dos países membro dos Brics (acrônimo de Brasil, Rússia, Índia e China). Por isso, é imprescindível que não haja ruídos nas relações internacionais", afirmou o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto.
André Locateli, gerente executivo da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil enfatisa que "a notícia é de extrema importância para o setor, considerando que a Rússia é o maior comprador do Brasil, e em função disso as perspectivas são as melhores". A tendência é de elevação nas exportações de carne no próximo ano. 

De acordo com um levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), no primeiro semestre de 2011, antes do embargo, o Brasil exportou US$ 1 bilhão em carnes (bovina, suína e de aves) para a Rússia (297 mil toneladas). No primeiro semestre de 2012, as vendas caíram a US$ 847 milhões (233 mil toneladas).
Veja abaixo quanto representavam as exportações de carnes para a Rússia aos estados do MT, PR e RS um ano antes do embargo (dados entre julho de 2010 e junho de 2011).





BC interrompe ciclo de cortes da Selic


O Banco Central manteve a taxa básica de juros em 7,25% ao ano e interrompeu o ciclo de cortes iniciado em agosto de 2011, quando a Selic estava em 12,5%. 

A decisão foi unânime e era amplamente esperada. A autoridade monetária também repetiu as informações do comunicado feitas na reunião anterior, ao afirmar que a estabilidade dos juros básicos "por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear".

Segundo o jornal o Estado de São Paulo isso significa que o Banco Central "não deve mexer tão cedo na taxa que serve de referência para o custo de crédito e para a maioria das aplicações financeiras, pois a economia brasileira começa a se recuperar só agora e a crise nos países desenvolvidos segue sem solução".

Imagem: Infomoney

Imagem: Valter Campanato /ABr


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Programa Nelore Natural tem crescimento recorde histórico em 2012;


Após períodos de instabilidade com frigoríficos em recuperação judicial  e as consequências da atual crise econômica que assola as principais potencias do globo o Programa de Qualidade Nelore Natural --  PQNN voltou com força total em 2010, e após dois anos, em 2012,registrou mais de 200 novos sócios e um crescimento de 160% até o mês de agosto/2012, quando comparado com o mesmo período do ano passado.

O PQNN tem o intuito de divulgar as qualidades da carne dos animais da raça Nelore ao público consumidor em geral, valorizando o sistema de produção à base de forrageiras, consolidando a imagem do Nelore brasileiro como sinônimo de carne saudável, pois devido às características da raça, trata-se de um produto com baixo teor de gordura em sua porção vermelha, oferecendo ao consumidor a possibilidade da separação, tornando a carne mais saudável.

 Com o objetivo de  fornecer ao mercado carne bovina com identificação de origem e qualidade controlada, proporcionando maior transparência e segurança aos consumidores, o Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN) opera exclusivamente em parceria com o Grupo Marfrig e  está presente em  06 unidades (Rio Verde, Mineiros, Tangará da  Serra, Paranatinga, Rolim de Moura e Bataguassu habilitadas em 4 estados do país (GO, MS, MT e RO).

Com mais de 400 pecuaristas participantes, o PQNN, está presente em 4 estados brasileiro com volume médio de abate mensal de 25.000 mil animais. A Nelore do Brasil mantém seis técnicos zootecnistas e veterinários nestas regiões.

De outubro de 2010 a outubro de 2012, 407 pecuaristas já foram premiados, com uma média de R$ 10.378,19 de premiação recebida por pecuarista e 125.344 animais premiados com media de R$ 1,99 a mais por @ podendo chegar a R$3,74 por @; O Marfrig Group já soma R$ R$ 4.223.922,27 de premiação paga  aos sócios participantes do programa com uma média de R$ 32,89 por animal premiado.

O gerente executivo Andre Locateli  ressalta que "a remuneração pela qualidade sempre foi e continua e sendo um grande pleito do setor e a associação através do Programa de Qualidade Nelore Natural em parceria com o grupo Marfrig tem conseguido isso".

Em 2011 o valor médio recebido pelos pecuaristas  foi de R$8.719, 56 e neste ano com o incremento de 44% de novos associados, o valor médio recebido foi de R$6.678, 56 até outubro de 2012. Já a média do valor recebido por animal premiado registrou elevação de R$32,33 em 2011 para R$34,09 em 2012. O Estado do Mato Grosso foi o que mais captou novos sócios em 2012.

A produção de Seara Nelore Natural deste ano já chega a 180,5 mil toneladas.

O PQNN conta com o apoio técnico e institucional da Dow AgroSciences.



Imagem: Seara-Marfrig
Jornal Diário da Manhã - ed. 28/11/12

Produção Paranatinga - MT

Fazenda Vale do Boi


Participe da 13ª edição da Nelore Fest


Venha celebrar os grandes destaques da raça Nelore e concorrer a uma viagem a Paris.

A Nelore Fest 2012 reunirá no próximo dia 13, em um mesmo ambiente, os principais representantes de um dos setores de maior importância para a economia nacional - a agropecuária. A cadeia produtiva da carne bovina estará representada por selecionadores de genética, criadores, recriadores, invernistas e confinadores, frigoríficos e estabelecimentos de varejo da recém lançada carne Seara Nelore Natural.  Personalidades, grandes empresários e investidores do mercado agropecuário e de capitais marcarão presença neste glamouroso evento.

Além das tradicionais homenagens do reconhecido Oscar da Pecuária, da  entrega dos troféus aos grandes campeões do Ranking Nacional Nelore e Nelore Mocho, aos melhores criadores e expositores dos Rankings Regionais e aos vencedores do Circuito Boi Verde, a edição 2012 do evento contará com algumas novidades. Entre elas, a celebração dos resultados e premiação do vencedores da nova ferramenta de integração entre os criadores de diferentes regiões do país, batizada de Copa do Atlântico, e o retorno da premiação dos vencedores do Ranking Nacional Nelore Mocho.

O Ranking Nacional é o indicador de consulta indispensável para o segmento de seleção do Nelore – raça de maior expressão no rebanho bovino de corte do país. Além de ser uma ferramenta de comparação entre animais e, portanto, de identificação de animais superiores, o campeonato consolidou-se ao longo dos anos como um excelente instrumento de valorização de seus participantes. Na temporada 2011/2012 o Ranking Nacional contabilizou 158 exposições, que contaram com a participação 2.823 expositores e 23.111 animais expostos, em 18 estados do País. 

Em 2012 o Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças, realizou a maior etapa da história com 2.141 animais avaliados na etapa promovida na unidade Marfrig - Mineiros/GO. Durante todo ano foram avaliados 6.964 animais, sendo quatro dessas etapas realizadas em unidades do Grupo Marfrig e uma em cada um dos demais frigoríficos: Frisa, JBS e Frigomerc (Paraguai).

O Programa Nelore Natural também logrou êxito e registrou crescimento recorde histórico em 2012 com mais de 200 novos sócios e um incremento de 160% até o mês de agosto/2012, quando comparado com o mesmo período do ano passado.  O PQNN, está presente em 4 estados brasileiros com volume médio de abate mensal de 25.000 mil animais. A produção de carne Seara Nelore Natural deste ano já chega a 180,5 mil toneladas. Os produtores associados da ACNB e participantes do Programa podem ser premiados de acordo com a qualidade dos animais ofertados para o abate. Em 2012, o valor médio desta premiação foi de R$ 32,89 por animal premiado.

Venha participar e prestigiar quem faz a diferença na pecuária brasileira. Adquira já o seu convite e concorra a uma viagem com destino a Paris com um acompanhante. A cidade-luz espera por você!

Atenção!!!! Os convites são limitados e já estão a venda na ACNB pelo telefone 
(11) 3293.8900. Garanta já o seu!


O valor do convite individual é R$ 250,00.

Local do evento: Leopolldo Itaim – Rua Tabapuã , 1.353, Itaim Bibi, São Paulo.
Data do evento: 13 de Dezembro
O evento conta com o patrocínio do Canal Rural e do Grupo Marfrig, e com o apoio da Programa Leilões, Chevrolet Trailblazer e Revista Nelore.




Imagem: Cris Ramalho


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Conferência da OIE debate saúde animal na América


Grupo debaterá a inclusão de novos membros para atingir todos os países do continente como membro da Organização Mundial de Saúde Animal

Representantes de todos os países do continente americano debaterão temas relevantes para a defesa sanitária animal na região, durante a 21ª Conferência da Comissão Regional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que será realizada de 26 a 29 de novembro, em Barbados. Com a participação dos 30 países membros, será discutida a inclusão de outros seis países na OIE: Dominica, São Cristovão e Nevis, Antígua e Barbuda, Granada, Santa Lúcia e São Vicente e Granadinas.

De acordo com o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, esses países vão participar desta edição da conferência como observadores, para que possam pleitear a efetivação com membro da OIE. “A mesa diretiva da comissão regional necessita reforçar nosso rol de países e, consequentemente, atingir a totalidade dos países da América como membros da organização. Isso demonstra mais coesão e força nas discussões, decisões e aprovações dos assuntos técnicos de interesse do continente americano”, destaca Marques, que também é o vice-presidente da Comissão Regional da OIE para as Américas. O presidente da instituição é o americano John Clifford.

Entre os assuntos em pauta está a aplicabilidade da compartimentação dos setores da avicultura e suinocultura, como estratégia de blindagem do setor industrial para evitar que doença de animais criados para subsistência comprometa o comércio internacional. Os resultados dos debates sobre mudanças do código zoossanitário da OIE serão levados para a plenária da assembléia geral da organização, em maio, em Paris, França. Ainda serão apresentados os planos locais sobre erradicação de enfermidades e estruturas dos serviços sanitários dos países membros.

Também estão em discussão a estratégia inovadora para fortalecer as redes regionais de saúde animal, manejo de situação de desastre e preparação dos serviços veterinários para enfretamento a essas situações de risco e a atualização sobre o processo de estabelecimento das normas da OIE.  Fonte: Ministério da Agricultura / Imagem: Carlos Silva/Mapa


Redução de juros incentiva demanda por crédito rural


Impulsionados pela boa demanda derivada da redução de juros e das perspectivas de cotações elevadas das commodities, os desembolsos de crédito rural para produtores da agricultura empresarial e familiar alcançaram R$ 45,1 bilhões no país nos quatro primeiros meses desta safra 2012/13 (julho a outubro), 25,3% mais que no mesmo período do ciclo passado. Os dados foram divulgados ontem pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura.

O montante representa 33,8% dos R$ 115,2 bilhões disponíveis para o ciclo atual. No mesmo período do ano passado, o total emprestado representava 29% do valor anunciado para toda a safra. De acordo com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edilson Guimarães, a forte procura pelo crédito também reflete a procura dos produtores pela maior eficiência possível em tempos de preços elevados. Além disso, lembra, a prolongada estiagem na região Sul do país na safra 2011/12 pode ter contribuído para uma descapitalização dos agricultores de grãos da região.

"A perspectiva positiva de preços está fazendo com que os agricultores busquem plantar mais e com mais tecnologia. Não é à toa que a área plantada com soja terá uma alta de mais de 1 milhão de hectares em relação à safra anterior", disse Guimarães. Conforme a Conab, o plantio da oleaginosa ocupará uma área de 27,3 milhões de hectares na temporada 2012/13. E a previsão de colheita de grãos e fibras será de 181 milhões de toneladas em 52,2 milhões de hectares.

Destaque do Banco do Brasil (BB) desde a safra passada, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) liberou R$ 936 milhões de julho a outubro deste ano, alta de 588% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emprestados R$ 136 milhões. Ao todo, o programa que preza pela adoção de práticas agrícolas parceiras do meio ambiente, possui R$ 3,4 bilhões para serem repassados para a safra 2012/13.

Em ritmo de alta, o Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK) para aquisição de máquinas agrícolas, equipamentos de irrigação e estruturas de armazenagem registrou desembolso de R$ 2,5 bilhões de julho a outubro deste ano, aumento de 23,2% em relação ao mesmo período de 2011. Apesar de já ter atingido 42,6% dos R$ 6 bilhões programados para a safra inteira, o Ministério da Agricultura prevê que nas próximas semanas o desembolso será ainda maior, já que desde o dia 1º de novembro a taxa de juros do PSI-BK foi reduzida de 5,5% para 2,5% ao ano até 31 de dezembro deste ano.

Conforme o ministério, a linha de crédito BB Agroindustrial, do Banco do Brasil, destinada à comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos agropecuários adquiridos diretamente de produtores rurais, somou R$ 3 bilhões em desembolsos de julho a outubro deste ano. O valor significa uma alta de 154% frente aos R$ 1,2 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. O desembolso realizado representa 45% dos R$ 7,2 bilhões programados para o atual ciclo.



Fonte: Valor Econômico com informações do Ministério da Agricultura.





sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Bovinos impulsionam margens de frigoríficos


A rodada de balanços do terceiro trimestre confirmou a tendência de recuperação das margens dos grandes frigoríficos com o abate de bovinos no Brasil, um movimento que ajudou a compensar o fraco desempenho de outras operações no país e no exterior.

Destaque para JBS e Minerva Foods, que viram suas margens de lucro consolidadas antes de juros, impostos, depreciação e amortização (a margem Ebitda) crescerem pelo segundo e terceiro trimestre consecutivo, respectivamente.

Para a JBS, maior processadora de proteínas animais do mundo, a margem de 7,1% apurada entre julho e setembro representa uma elevação de dois pontos percentuais em relação à registrada um ano antes. Trata-se, ainda, de sua segunda maior margem para o período e a terceira para qualquer trimestre desde a abertura de capital, em 2007. Contudo, a margem da companhia ainda é a menor entre as quatro grandes processadoras de carnes.

Já a Minerva Foods viu sua margem Ebitda aumentar 3,2 pontos percentuais ante julho e setembro de 2011, para 11,7% - seu melhor desempenho para qualquer trimestre desde o IPO, há cinco anos. Trata-se, ainda, da maior margem entre as gigantes do segmento no período.
Nos dois casos, a melhora reflete o ciclo favorável para o abate de bovinos no Brasil, com o aumento da oferta e a queda nos custos de aquisição dos animais.

No terceiro trimestre, o preço médio do boi gordo recuou 5,2% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com o indicador Cepea/Esalq, aliviando a conta dos frigoríficos. A matéria-prima representa cerca de 70% dos custos de funcionamento de um abatedouro de bovinos.

Esse cenário é particularmente benéfico para a Minerva Foods, que obtém a maior parte de sua receita do abate de bovinos no Brasil. No caso de JBS e Marfrig, empresas que optaram pela diversificação de suas atividades e são mais internacionalizadas, o abate de bovinos no país representa menos de um terço de seu faturamento.

Considerando-se apenas o resultado da JBS Mercosul - divisão que responde basicamente pela operação de carne bovina no Brasil -, a margem Ebitda da multinacional entre julho e setembro atingiu 14,5%, a maior já registrada pela companhia em um terceiro trimestre e 2,8 pontos percentuais superior à obtida pela Minerva. Seu efeito sobre o balanço consolidado só não foi maior devido ao desempenho apenas mediano dos negócios de carne bovina, suína e frango nos Estados Unidos e na Austrália, que respondem por cerca 70% das vendas da JBS no mundo.

A Marfrig também poderia ter comemorado um aumento das margens, não fossem as dificuldades enfrentadas pela Seara Foods, sua divisão de frango, suíno e alimentos processados. A divisão, que representa 68,2% da receita líquida da Marfrig, teve de lidar com a escalada nos preços dos grãos usados na ração animal e o fraco desempenho das exportações. O resultado foi uma queda de 5,8 pontos percentuais em sua margem Ebitda, para 7%.
Como resultado, a margem consolidada da Marfrig caiu de 11,5%, no terceiro trimestre de 2011, para 8,7% nos três meses encerrados em setembro. A queda só não foi maior porque seu segmento de bovinos, a Marfrig Beef, registrou a melhor margem dos últimos três anos para o período. Entre julho e setembro, a divisão obteve uma margem Ebitda de 12,7%, um aumento de 3,3 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

De olho no ciclo favorável para os negócios no Brasil, a JBS tenta ampliar o peso do país em seus negócios. Na semana passada, a companhia controlada pela família Batista anunciou a intenção de retomar a operação de seis frigoríficos atualmente parados até abril do ano que vem. Só neste ano, a empresa comprou ou arrendou pelo menos 12 plantas no país.

O presidente da companhia, Wesley Batista, afirmou que a meta é ampliar o volume de abate doméstico em pelo menos 2 milhões de cabeças (cerca de 22%, nas contas do executivo) no ano que vem. Com isso, ele prevê que a participação do Mercosul na receita total alcance 35% em 2013, ante 25%, em 2012, e apenas 20% no, ano passado.

A melhora das margens abriu caminho para que os JBS e Minerva reduzissem seus níveis de alavancagem no último trimestre. No caso da JBS, a razão entre a dívida líquida e o Ebitda recuou para 3,68 vezes ao fim de setembro, o menor nível desde o segundo trimestre de 2011 - embora ainda elevado. Em junho, essa relação era de 4,27 vezes.

A alavancagem da Minerva caiu mais timidamente na mesma comparação, de 3,99 vezes para 3,7 vezes. No entanto, o indicador apresenta uma melhora contínua em relação ao patamar observado no fim de 2009, quando essa relação ficou próxima de 6,6 vezes. Já a Marfrig viu a alavancagem crescer, de 3,73 vezes para 3,93 vezes.

 Fonte : Valor Econômico / Por Gerson Freitas Jr. e Luiz Henrique Mendes | De São Paulo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Menor alta de alimentos puxou recuo do IPCA-15


Os aumentos menores nos preços dos alimentos foram responsáveis pela desaceleração na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) na passagem de outubro para novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo alimentos saiu de uma taxa de 1,56% em outubro para uma variação de 0,83% em novembro. No mesmo período, o IPCA-15 desacelerou a alta de 0,65% para 0,54%.
Produtos importantes no orçamento das famílias tiveram aumentos menores, como o arroz (de 11,91% em outubro para 6,63%, em novembro), o óleo de soja (de 3,01% para 2,21%), o frango (de 4,13% para 1,43%), o pão francês (de 2,43% para 1,11%) e as carnes (de 2,92% para 0,54%).


As mesmo tempo, ficaram mais baratos para o consumidor a cebola (de 9,97% para -8,79%), a batata inglesa (de 19,23% para -4,45%), o feijão carioca (de 4,66% para -2,36%), o tomate (de -18,44% para - 20,66%), a cenoura (de -9,59% para -15,63%) e o açúcar cristal (de -0,42% para -2,97%). Com informações da Agência Estado.





Valor da produção agropecuária em alta


O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária do país deverá alcançar R$ 367 bilhões em 2012, segundo projeção divulgada ontem pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Se confirmado, o valor será 11,2% superior ao cálculo da entidade para o VBP de 2011. Conforme a CNA, a previsão de avanço reflete o aumento de preços da maioria dos principais produtos do setor. O levantamento envolve 25 itens no total.

A CNA estima que o VBP agrícola crescerá 14,5%, para R$ 230,8 bilhões, enquanto o VBP da pecuária, que inclui carnes, ovos e leite, deverá aumentar 6%, para R$ 136,3 bilhões. Entre os produtos pesquisados, o destaque positivo é o milho. Embalado por preços elevados e pelo crescimento da segunda safra, o cereal deverá encerrar o ano com VBP de R$ 34,3 bilhões, 40% superior ao de 2011.

Dos 20 itens agrícolas que fazem parte do levantamento, 12 tendem a encerrar 2012 com incrementos em relação ao ano passado. Carro-chefe do campo nacional, a soja deverá fechar o ano com VBP de R$ 67,7 bilhões, 19,2% mais que em 2011. Segundo produto da lista agrícola, a cana deverá registrar crescimento de 39,3%, para R$ 45,5 bilhões.

Entre as quedas previstas, uma das que chamam mais a atenção é a do café beneficiado - 17%, para R$ 18,9 bilhões em 2012. O VBP da laranja, por sua vez, deverá despencar 62,6%, para R$ 3,1 bilhões.

Enquanto os preços firmes dos grãos no mercado internacional colaboraram para os incrementos estimados para soja e milho e o mesmo acontece com a cana, graças à valorização do açúcar, a queda das cotações pressiona o café. No caso da laranja, são os preços deprimidos do suco no exterior que tiram suporte do mercado da fruta.

Dos cinco itens pecuários que fazem parte do levantamento, três tendem a encerrar 2012 com incrementos em relação ao ano passado. A maior alta prevista é a da carne de frango - 35%, para R$ 38,4 bilhões -, seguida pelo incrementos dos ovos (29%, para R$ 7,3 bilhões) e do leite (4,4%, para R$ 26,5 bilhões). Líder nesse ranking, a carne bovina, contudo, tende a registrar queda de 6,4%, para R$ 54,8 bilhões. Já a carne suína tende a amargar retração de 11,6%, para R$ 9,3 bilhões.

Já o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio do país recuou 0,11% em agosto, conforme cálculo da CNA e do Cepea/Esalq. Com isso, a queda acumulada nos oito primeiros meses do ano chegou a 1,91%. Segundo a CNA, os resultados decorrem do "fraco desempenho do segmento industrial e seu reflexo sobre os serviços de distribuição". A valorização dos preços internacionais dos grãos entre junho e agosto, por conta sobretudo da quebra da safra americana - prejudicada pela mais severa estiagem no país em mais de 50 anos - amenizou a retração do PIB do setor. Fonte : Valor Econômico / Por Fernando Lopes | De São Paulo.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Congresso de Pecuária traz inédita oferta de estágios



 Até ontem, às 20h15, organização do 4º Congresso Capixaba de Pecuária Bovina havia confirmado 93 vagas para estágios em fazendas, laticínios e frigoríficos. 

Mais um fato inédito e inusitado acontece no 4º Congresso Capixaba de Pecuária Bovina (CCPB), referência na região Sudeste do país. Pela primeira vez um evento deste porte no segmento de pecuária negociou e obteve exito na oferta de estágios para universitários das áreas de medicina veterinária, zootecnia e agronomia. Até o momento foram confirmadas 93 vagas para estágios em fazendas, laticínios e frigoríficos localizados no Espírito Santo, nordeste de Minas Gerais e extremo sul da Bahia, numa ação tripartite também inédita no país. 

Mais 12 vagas estavam em processo de negociação até o fechamento deste comunicado.

“Esses estágios não serão remunerados, mas terão boas condições para a estadia, alimentação e aprendizado dos estudantes e com um período em torno de quinze dias. Tentaremos conseguir um número ainda maior de vagas, inclusive com a possibilidade de mantermos essa parceria com essas propriedades rurais para os próximos anos e preferencialmente selecionando aquelas que oferecerem melhores condições para estadia, aprendizado e ao mesmo tempo localizadas no ES e nos estados circunvizinhos”, explica Nabih Amin El Aouar, presidente do 4º CCPB. As vagas para estágios serão sorteadas gradualmente no início de cada palestra do 4º CCPB nos dias 22 e 23 de novembro entre os estudantes presentes no auditório. 

Convênio ABCZ: O evento capixaba também inovou com a abertura de um convênio junto à ABCZ para realização de uma visita técnica de universitários, em maio, durante a Expozebu 2013. Até o momento duas vagas serão abertas para estudantes vencedores da Mostra Científica do 4º CCPB, com passagem aérea, estadia e alimentação gratuitas mais certificado de participação.

Mostra Científica: Este ano houve um recorde de inscrições para a Mostra Científica. Foram inscritos 46 trabalhos, o dobro da edição 2011, provenientes de oito instituições de ensino com cursos de ciências agrárias, sendo cinco do ES e três de outros estados (RJ, MG e SP). Por conta desse resultado, os organizadores elevaram a premiação do Concurso de Trabalhos Científicos: R$ 1.000,00 (1º colocado), R$ 600,00 (2º colocado) e R$ 400,00 (3º colocado).

Sobre o CCPB: Realizado pela Associação Capixaba dos Criadores de Nelore (ACCN), de 21 a 24 de novembro, no Cine Teatro da Universidade Vila Velha, no Espírito Santo, o 4º CCPB vai reunir mais de 500 pessoas de várias partes do País. O tema principal da edição 2012 é “Brasil: a Fazenda do Mundo” e as conferências abrangem assuntos diversificados que envolvem sanidade, nutrição, bem estar animal, uso de tecnologias em rebanhos, economia e mercado. Ao todo serão realizados quatro painéis com 11 conferências proferidas por renomados profissionais do setor, como o ex-ministro Mailson da Nóbrega, o presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, e o secretário da Agricultura/ES, Enio Bergoli. Relações entre frigorífico e pecuaristas e mudanças no cenário internacional serão focos do Congresso. O 4º CCPB marca também a posse dos conselheiros do recém conquistado Conselho de Pecuária do ES.  Fonte: ContatoCom 

Congresso Capixada - Edição 2012 /Imagem: ContatoCom

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Venha celebrar os grandes destaques da raça Nelore


Homenageados com o Nelore de Ouro,  entrega dos troféus aos grandes campeões do Ranking Nacional Nelore e Nelore Mocho, os melhores criadores e expositores dos Rankings Regionais e vencedores do Circuito Boi Verde, só na Nelore Fest! Adquira já o seu convite e concorra a uma viagem internacional com um acompanhante.

Atenção os convites são limitados e estarão a venda partir do dia 22 de novembro, na ACNB pelo telefone (11) 3293.8900. O valor do convite individual é R$ 250,00.

Local do evento: Leopolldo Itaim – Rua Tabapuã , 1.353, Itaim Bibi, São Paulo.
O evento conta com o patrocínio do Canal Rural e o apoio da Programa Leilões, do Chevrolet Trailblazer e Revista Nelore.

Na próxima semana teremos mais novidades e notícias! Fique ligado!


Copa do Atlântico realiza 1ª edição

Nova ferramenta de integração entre Regiões!


Com o intuito de promover a integração entre criadores e expositores de diferentes regiões do país foi criada em outubro/2011 a primeira edição da Copa do Atlântico que consiste na realização de Copas Inter-Regionais de criadores, expositores e animais da raça Nelore e Nelore Mocho.

Os campeonatos disputados nesta Copa contou com a presença de 619 animais e as exposições desta primeira edição foram realizadas em três estados: Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia, onde foram disputados os campeonatos de melhores criadores, expositores e animais (ouro, prata e bronze). 

Para contabilização destes campeonatos foi considerado 01 (um) resultado alcançado pelo expositor, animal e/ou criador em exposições oficiais da ACNB em cada uma das regiões participantes da respectiva Copa Inter-Regional, no ano calendário de exposições (ACE), 2011/2012 mais os resultados obtidos na Expoinel Bahia, Expoinel Espírito Santo e Expoinel Rio de Janeiro, desprezando-se os demais.

No campeonato melhor criador foram 35 pecuaristas participantes desta primeira edição e Dalton Dias Heringer se classificou em primeiro lugar com mais de 3.100 pontos, na sequencia com mais de 2.500 pontos Fernando Fiuza Diz ocupou a segunda posição e o terceiro lugar ficou com a Mima Agropecuária Ltda que somou 2003,3 pontos.
A disputa entre os Estados participantes contribui para melhor qualidade dos  animais. 

A RM Nelore LTDA Nelore levou o ouro do campeonato melhor expositor dentre 45 participantes, a prata ficou com Miguel Pinto de Santana Filho e o bronze foi para Abraão Fuezi Bastos.

Segundo o gerente geral da RM, Fernando Oliveira  " A Copa do Atlântico agregou à RM Nelore em diversos fatores, pois proporcionou uma maior interação e união entre os criadores e expositores dos três estados participantes. Essa competição saudável, sempre será de muito proveito para pecuária nacional sendo difusor de genética e estreitamento da busca permanente pela qualidade da estrutura e raça dos animais da região"  e finalizou desejando o melhor a todos: '' A RM Nelore parabeniza a todos que participarão e a todos que colaboraram para esse acontecimento, em especial a ACNB, que apoia e incentiva a interação da pecuária seletiva."

Resultados campeonato melhor criador
1º lugar -- Ouro:  Dalton Dias Heringer - 3.165,9 pontos
2º lugar -- Prata:  Fernando Fiuza Diz - 2.548,4 pontos
3º lugar -- Bronze:  Mima Agropecuária LTDA. 2.003,3 pontos

Resultados campeonato melhor expositor
1º lugar -- Ouro: RM Nelore Agropecuária LTDA - 4.406,3 pontos
2º lugar -- Prata:  Miguel Pinto de Santana Filho -  4.121,2 pontos
3º lugar -- Bronze: Abraão Fuezi Bastos - 3.854,6 pontos

Resultados campeonatos animais
Melhor fêmea jovem:  Rajhia FIV M. Verde
Melhor macho jovem: Konan 2 TE J. Garcia
Melhor fêmea adulta: Mogiana FIV Jacuricy
Melhor macho adulto: Rima FIV Diego 4

Resultados na íntegra: http://nelore.org.br/Ranking/Resultado

Para participar as associações estaduais/regionais responsáveis pelas regiões nas quais se pretende realizar uma Copa Inter-Regional deverão encaminhar solicitação de criação da copa por escrito, à diretoria da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB).
Detalhes do regulamento,  acesse: http://nelore.org.br/Ranking/Regulamento
Da esq.p/direita Marcelo Carraca (Ger. Fazenda Boa Vista), Lindomar (puxador da Fazenda Boa Vista), Rodolfo (Gerente da Fazenda MIMA ), Fernando Olibveira (Ger. da RM Nelore) e Fidélis (Puxador da RM Nelore). Imagem: Fazenda RM


Carne Seara Nelore Natural chega ao consumidor


Confira aqui onde encontrar!
Atualizada em 16 de novembro de 2012.

O Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN), desenvolvido pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em parceria com o Grupo Marfrig, que tem por objetivo fornecer ao mercado carne bovina com identificação de qualidade e origem controlada chega ao consumidor.


De um lado o pecuarista com dedicação,  investimento em manejo, nutrição e genética desde cedo para garantir uma carne de alta qualidade e do outro o Grupo Marfrig que está relançando a linha de produtos Nelore Natural.  A proposta é oferecer  um produto diferenciado, sem um custo impeditivo. A marca da linha lançada no mercado é Seara Nelore Natural.

A linha Seara Nelore Natural é um produto com cortes padronizados, origem conhecida e qualidade controlada. Devido às características da raça, trata-se de um produto com baixo teor de gordura em sua porção vermelha, oferecendo ao consumidor a possibilidade da separação, tornando-a mais saudável. Somente em 2012 foram produzidas 180,5 toneladas de carne Nelore Natural.

O consumidor já encontra disponível a linha Seara Nelore Natural nas redes de supermercados Guanabara e Zona Sul no Rio de Janeiro (RJ), Empório São Paulo e rede OBA  na capital paulista e interior do Estado (SP ).

Sobre o Programa de Qualidade Nelore Natural


Atualmente o PQNN opera exclusivamente em parceria com o Grupo Marfrig – 6 unidades habilitadas em 4 estados do país. país (GO, MS, MT e RO).  Com mais de 400 pecuaristas participantes, o PQNN, está presente em 4 estados do país: MT, MS, GO e RO, com volume médio de abate mensal de 25.000 mil animais. A Nelore do Brasil mantém seis técnicos zootecnistas e veterinários nestas regiões.

De outubro de 2010 a outubro de 2012, 407 pecuaristas já foram premiados, com uma média de R$ 10.378,19 de premiação recebida por pecuarista e 125.344 animais premiados com media de R$1,99 a mais por @ podendo chegar a R$3,74 por @;    O Marfrig Group já soma R$4.223.922,27 de premiação paga  aos sócios participantes do programa com uma média de  R$32,89 por animal premiado.

Detalhes sobre relacionamento Marfrig e produtores rurais acesse: http://www.marfrig.com.br/produtores-rurais/produtores-rurais.asp
O PQNN conta ainda com o apoio técnico e institucional da Dow AgroSciences.

Links dos endereços de onde encontrar carne Seara Nelore Natural:

http://www.grupooba.com.br/lojas/?gMenuId=10

http://www.supermercadosguanabara.com.br/lojas.php
http://www.emporiumsaopaulo.com.br/revista/lojas.asp






quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Mantega realça urgência em reduzir tarifa de energia


 A redução do custo das tarifas de energia elétrica no País é uma medida urgente e necessária. A avaliação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Vivemos uma crise e precisamos dar competitividade à economia brasileira", afirmou o ministro nesta quarta-feira, em entrevista sobre a Medida Provisória 579, que prorroga as concessões das elétricas e reduz encargos setoriais. 

Mantega disse que a redução do custo da energia vai beneficiar a todos: consumidores, indústria, comércio e serviços. "Vivemos uma economia mundial conturbada, com países reduzindo custos e aumentando a competitividade", afirmou. "O Brasil tem condições de crescer a 4% ou 4,5%, mas reduzir os custos é fundamental", acrescentou.  Fonte : Agência Estado.



Com quebra de safra, EUA ampliam a importação de milho brasileiro


Sem milho, devido à forte quebra de safra, os Estados Unidos se socorrem da produção brasileira.

Um estranho nas importações de milho no país -já que são o principal produtor mundial-, os norte-americanos foram o quinto maior comprador do cereal brasileiro no mês passado.
Os EUA, que começaram as compras após a certeza dos estragos da seca por lá, tiveram maior presença no mercado brasileiro no mês passado, quando adquiriram 216,5 mil toneladas.

As importações dos dez primeiros meses somam 323,1 mil toneladas, conforme dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do Ministério do Desenvolvimento.

O líder nas compras de produto brasileiro, no entanto, continua sendo o Irã, que levou 770 mil toneladas no mês passado. Com isso, o país persa já levou 2,1 milhões de toneladas do produto brasileiro de janeiro a outubro. Todos os países que tradicionalmente importam milho do Brasil elevaram em muito as compras neste ano. O Irã, por exemplo, comprou 37% mais até outubro ante igual período do ano passado.

Coreia do Sul, a segunda colocada no ranking das importações, já retirou 1,7 milhão de toneladas de milho do Brasil neste ano, um volume 1.524% maior do que o de igual período de 2011.

A boa safra de milho do Brasil deu um pouco mais de tranquilidade ao mercado externo. As exportações nacionais, que já somam 13 milhões de toneladas, poderão chegar a 16 milhões neste ano. Além dos tradicionais importadores, como Irã, Taiwan e Japão, o milho brasileiro atraiu também China e Cuba neste ano.  
Fonte: Folha de São Paulo / Por: MAURO ZAFALON 

Imagem: Site AGrocim

JBS reverte perda e lucra R$ 367 milhões no 3º tri

A JBS, maior empresa de proteína animal do mundo, registrou lucro líquido (atribuído aos acionistas da empresa controladora) de R$ 366,9 milhões no terceiro trimestre deste ano, revertendo, assim, o prejuízo de R$ 67,5 milhões observado no mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, a processadora de carnes havia registrado um lucro de R$ 169,5 milhões.

Entre os meses de julho e setembro, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 1,38 bilhão, aumento de 75,2% sobre os R$ 786,8 milhões no mesmo período de 2011. Assim, a margem Ebitda passou de 5,1% para 7,1% na mesma comparação.

Já a receita líquida da JBS atingiu R$ 19,37 bilhões no terceiro trimestre, um crescimento de 24,4% sobre os R$ 15,57 bilhões entre julho e setembro de 2011.

A companhia amargou, entretanto, prejuízo financeiro de R$ 418,7 milhões no terceiro trimestre, ante uma perda de R$ 519,54 milhões no mesmo intervalo do ano passado. Entre julho e setembro, a empresa sofreu uma perda líquida de R$ 85,4 milhões com a variação do câmbio e de R$ 16,6 milhões com derivativos.

A empresa encerrou o terceiro trimestre com dívida líquida de R$ 15,243 bilhões, uma retração de 0,2% em relação aos R$ 15,276 bilhões apurados no trimestre imediatamente anterior. O índice de alavancagem da companhia (medido pela relação entre dívida líquida e Ebitda) recuou de 4,27 vezes para 3,68 vezes na comparação.

A JBS fechou o trimestre com R$ 5,04 bilhões em caixa, queda de 7,9% sobre os R$ 5,475 bilhões do fim do trimestre anterior. Os recursos são insuficientes para cobrir a dívida de curto prazo (vencimento em até 12 meses) da empresa, que somavam R$ 5,5 bilhões ao fim de setembro.

A empresa destacou, em comunicado, sua recente entrada no mercado canadense de carne bovina, por meio do acordo para administrar e operar ativos da XL Foods no país e a assinatura de compromisso para adquirir a avícola catarinense Agrovêneto.

Fonte: Jornal Valor Econômico/Por Luiz Henrique Mendes e Gerson Freitas Jr. De São Paulo 

Imagem: Brasfood